AUMENTO NAS CONTAS DE ENERGIA

Foi confirmada a informação anunciada em 06 de março sobre o aumento da conta de energia, passou por aprovação e entrou em vigor no dia 28/05.

Confira a matéria: https://www.em.com.br/app/noticia/economia/2018/05/22/internas_economia,960606/aumento-em-conta-de-luz-da-cemig-sera-de-23-19-define-aneel.shtml

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Energia limpa pode ver crescimento enorme até 2023, alega relatório

 

A divulgação de um relatório comprometedor do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas nesta semana, prevendo um desastre climático sem precedentes na próxima década, foi, sem dúvidas, um duro lembrete do frágil estado do nosso planeta. Mas novas previsões da Agência Internacional de Energia (IEA, na sigla em inglês) para o futuro da capacidade global de energia renovável oferecem um cenário muito mais esperançoso, prevendo um grande salto em energia limpa nos próximos cinco anos — isso se as políticas e as regulamentações necessárias forem feitas agora.

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Em um comunicado de imprensa desta segunda-feira (8) sobre seu relatório Renewables 2018, a IEA destacou a bioenergia moderna — que a Agência Internacional para as Energias Renováveis descreve incluindo biocombustíveis líquidos produzidos a partir de plantas, biogás produzido por digestão anaeróbia e sistemas de aquecimento de pellets de madeira, que é de particular importância para indústrias — como tendo o potencial de maior crescimento em recursos renováveis até 2023. A AIE também apontou a importância da bioenergia moderna no desenvolvimento de “um portfólio renovável robusto, garantindo um sistema de energia mais seguro e sustentável”.

“A bioenergia moderna é o gigante negligenciado do campo da energia renovável”, disse o diretor executivo da IAE, o dr. Fatih Birol, em um comunicado. “Sua participação no consumo total de energia renovável no mundo é de cerca de 50% atualmente; em outras palavras, o mesmo que as energias hídrica, eólica, solar e todas as outras fontes renováveis combinadas. Esperamos que a bioenergia moderna continue a liderar o campo e tenha grandes perspectivas de crescimento adicional.”

Além disso, a Bloombergnoticiou no domingo (7) que um cenário de previsão do relatório projetou “até 1,3 terawatts extra de energia limpa” sendo instalado até 2023. Parte dessa explosão de energia renovável prevista acontece graças à energia solar, para a qual o relatório Renewables afirma:

Prevê-se que a capacidade solar fotovoltaica expanda em quase 600 GW — mais do que todas as outras tecnologias de energia renovável combinadas, ou até duas vezes a capacidade total do Japão, alcançando 1 terawatt (TW) até o final do período de previsão. Apesar de mudanças recentes de políticas, a China continua sendo a líder fotovoltaica absoluta, detendo quase 40% da capacidade fotovoltaica instalada globalmente em 2023. Os Estados Unidos continuam sendo o segundo maior mercado de crescimento de energia solar fotovoltaica, seguido pela Índia, cuja capacidade quadruplica.

Se tudo isso parece excelente, o relatório destaca, sim, a importância de “políticas apropriadas e market design” para o sucesso do crescimento contínuo das energias renováveis. Como Birol apontou em seu comunicado no relatório, “as políticas certas e as regulações de sustentabilidade rigorosas serão essenciais para atingir seu potencial completo”.

Brasil está entre os maiores países geradores de energia solar fotovoltaica

O Brasil está entre os 30 maiores geradores de energia fotovoltaica do mundo. O nosso país criou seu maior projeto de energia fotovoltaica, mostrando que está crescendo no ramo das fontes de energias renováveis.

MAIOR PROJETO DE ENERGIA FOTOVOLTAICA NO BRASIL

O maior projeto brasileiro de energia fotovoltaica consiste em um sistema formado por 5.124 placas solares, que cobrem mais de 10 mil metros quadrados, que será responsável por gerar energia através do Cadeg (Centro de Abastecimento do Estado da Guanabara), no Rio de Janeiro.

Esse é o maior projeto no setor comercial do Brasil, o que dá a dimensão do crescimento do sistema de energia solar que antes era pouco explorado.

O sistema fotovoltaico do Cadeg teve investimento de R$ 13 milhões da CPFL Eficiência, e deve começar a funcionar no começo de 2019. No auge de sua capacidade, vai gerar 1,8 MW, energia suficiente para abastecer em torno de mil residências com consumo de até 200 KWh por mês.

Somente com a geração de energia solar, o centro deverá diminuir sua conta de energia em 39% com uma economia projetada de R$ 140 mil por mês.

POR QUE MUDAR PARA A ENERGIA FOTOVOLTAICA?

Vários motivos explicam a mudança para a energia fotovoltaica, como:

  • Os sucessivos aumentos nos valores da tarifa de energia que pesa todos os meses no bolso dos consumidores, principalmente, os de grande porte.
  • Outro motivo é o barateamento da tecnologia, porque, os custos da geração de energia solar fotovoltaica devem diminuir 66% até o ano de 2040;
  • Outra razão foi, a publicação feita pela Aneel, que tornou possível a chamada geração distribuída, que permite ao consumidor, comercial ou residencial, produzir a sua própria energia e conseguir créditos em sua conta de luz.

A UTILIZAÇÃO DE FONTES DE ENERGIA FOTOVOLTAICA É UM FENÓMENO GLOBAL

De acordo com um estudo da consultoria Bloomberg New Energy Finance, o fenómeno da utilização de fontes de energia fotovoltaica, que está acontecendo em todo o mundo, pois, é uma das fontes energéticas que mais crescem no mundo e deve receber um aumento de 17 vezes na capacidade instalada até o ano de 2040.

Mapa de Irradiação Solar Global no Brasil

 

Já o Brasil tem a estimativa de que saia dos atuais 0,8% da matriz elétrica e chegará a 32% até 2040. Só em 2017, o nosso país foi um dos dez que mais acrescentou potência de sistemas geradores de energia fotovoltaica à sua matriz elétrica com 0,9 GW, totalizando 1,1 GW.

QUAIS SÃO OS PAÍSES QUE MAIS INVESTEM EM ENERGIA FOTOVOLTAICA?

Como já foi dito, praticamente todos os países do globo terrestre estão investindo em energias renováveis como a energia fotovoltaica, também conhecida por energia solar.

Os países que estão no topo de investimento desse tipo de energia são:

  • A China com 131 GW;
  • Estados Unidos com 51 GW.
  • Isso colocou o Brasil entre as 30 primeiras posições.

A energia fotovoltaica é a que melhor se adapta, por causa da facilidade de instalação em área que recebem muito sol.

INVESTIMENTO NA ENERGIA FOTOVOLTAICA NO BRASIL

Desde que a geração de energia distribuída foi regulamentada, o preço do investimento caiu 20% e atualmente está na faixa de R$ 20 mil.

Uma família que costuma pagar uma conta de luz mensal de R$ 300 teria o retorno do investimento em mais ou menos 5 anos.

A MAIOR USINA DE ENERGIA SOLAR DE SÃO PAULO

A AES Tietê acabou de adquirir a maior usina de energia solar do estado de São Paulo, ela se chama complexo Guaimbê, de 150 MW, que era de propriedade do espanhol Grupo Cobra, o investimento foi de R$ 607 milhões.

Portanto as energias renováveis são o futuro para o mundo inteiro, pois, além de não prejudicarem o meio ambiente, ainda prometem diminuir o valor pago pelas pessoas para utilizar energia.

Energia que vem do céu

A busca por geração de energias mais limpas e sustentáveis, aliada à alta constante nas taxas de energia elétrica e à oferta de linhas de financiamento mais acessíveis para aquisição de equipamentos tem contribuído de forma decisiva para o crescimento do mercado de energia elétrica fotovoltaica. Em Venâncio Aires, 120 famílias investiram no segmento, que conta com 1.750 kilowatts de potência instalada.

Em números gerais, a distribuidora – que atende 118 municípios gaúchos – possui em toda a sua área de concessão 2.065 clientes conectados ao sistema de geração distribuída, totalizando 27.583,57 kilowatts de potência instalada. Essa fonte de geração de energia pode ser implementada em residências, prédios e, até mesmo, pode-se construir uma usina de energia solar fotovoltaica.

FONTE AMIGÁVEL

De acordo com o professor doutor da Universidade do Vale do Taquari (Univates), Odorico Konrad, é uma fonte amigável ao ambiente, pois os impactos ambientais são mínimos, com preços de instalação reduzindo ano após ano, além de ter um longo tempo de vida útil. Konrad acrescenta que o sistema colabora, ainda, com a geração de energia silenciosa e realmente renovável para o sistema elétrico nos dias ensolarados, aproveitando a energia solar.

Para o profissional, que é ligado ao curso de Engenharia Ambiental, o crescimento de fontes alternativas de energia nos vales do Taquari e Rio Pardo é impressionante. Ele estima que pela facilidade de acesso a recursos para esse fim, a capacidade instalada deva crescer 30% em cinco anos. ‘As principais cidades que devem colaborar para isso são Lajeado, Venâncio Aires e Santa Cruz do Sul’, projeta.

INVESTIMENTO VANTAJOSO

Quem apostou no segmento em Venâncio Aires foi o empresário Sérgio Frey. O sistema está instalado em seu supermercado, no bairro Macedo, há mais de um ano. Desde então, vem colaborando para baixar o valor da conta de luz em até 75%, em determinadas época do ano. ‘Quanto maior o tempo de exposição solar, maior é queda de energia elétrica que vem da rede’, argumenta.

Para efetivar o investimento foram financiados R$ 400 mil – que serão quitados em até cinco anos. ‘Fui um dos pioneiros em Venâncio Aires em grandes investimentos nessa área. Hoje os valores são bem mais acessíveis’, analisa.

Quem também está acertado para investir na geração de energia fotovoltaica é o servidor público Gilmar Mossmann. Ele financiou quase R$ 12 mil para o projeto que será aplicado em sua residência, em que mora com a esposa, no bairro Santa Tecla. ‘Está tudo acertado já com a empresa. Esperamos só o tempo melhorar para o investimento sair do papel’, destaca.

SICREDI JÁ FINANCIOU R$ 6,6 MILHÕES EM VENÂNCIO

A Cooperativa Sicredi Vale do Rio Pardo (VTRP), uma das pioneiras na linha de crédito para aquisição de equipamentos para geração fotovoltaica no Sistema Sicredi, pretende fechar 2018 com R$ 35 milhões em crédito para produção de energia. ‘Fechamos o mês de agosto com R$ 27,6 milhões, em torno de 150% de crescimento com relação ao ano passado, quando financiamos R$ 10,8 milhões’, destaca o diretor executivo da Sicredi VRP, Márcio Algayer.

Devido à grande procura, a Sicredi VRP criou uma linha de crédito específica para a aquisição de equipamentos de geração fotovoltaica, que permite ao associado, ao financiar, converter o valor da sua conta de luz em investimento, uma vez que a parcela é adequada ao seu equivalente, o que representa importante agregação de valor e benefício a sua família ou negócio.

Até o momento, conforme o presidente da Sicredi VRP, Heitor Álvaro Petry, são 284 projetos implementados, sendo 191 para pessoa jurídica e 93 para pessoa física, nos nove municípios de atuação da cooperativa. Santa Cruz do Sul lidera o número de financiamentos, com 145 usinas instaladas, no valor de R$ 15 milhões, seguida de Venâncio Aires, com 61 projetos de microusinas (6,6 milhões).

VIDA ÚTIL

Na média, em cinco anos, o associado consegue pagar o equipamento financiado, que tem estimativa de vida útil de 25 anos. Além dos benefícios diretos aos clientes investidores, a comunidade toda se beneficia, pois estes investimentos têm contribuído muito para o fortalecimento e surgimento de novas empresas do ramo fornecedor, gerando empregos, renda e inclusive mais tributos aos cofres públicos.

Segundo mapeamento da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), o país acaba de atingir a nova marca de 350 megawatts (MW) de potência instalada em sistemas de microgeração e minigeração distribuída solar fotovoltaica em residências, comércios, indústrias, produtores rurais e prédios públicos. Em número de sistemas instalados, os consumidores residenciais estão no topo da lista, representando 76,7% do total. Em seguida, aparecem as empresas dos setores de comércio e serviços (16,1%), consumidores rurais (3,8%), indústrias (2,5%), poder público (0,8%) e outros tipos, como serviços públicos (0,1%) e iluminação pública (0,01%).

Atualmente, Minas Gerais lidera o ranking nacional, com 22,10% da potência instalada no país, seguido pelo Rio Grande do Sul (14,16%), São Paulo (12,63%), Santa Catarina (7,09%) e Paraná (5,43%).

Foto: Cristiano Wildner / Folha do MateEmpresário Sérgio Frey possui o sistema de geração de energia fotovoltaica instalado há mais de um ano e cita que as vantagens econômicas são bastante favoráveis
Empresário Sérgio Frey possui o sistema de geração de energia fotovoltaica instalado há mais de um ano e cita que as vantagens econômicas são bastante favoráveis

Brasil avança e já está entre os Maiores Geradores de Energia Fotovoltaica

Brasil já está entre os 30 maiores geradores de energia fotovoltaica

Tecnologia deve passar dos atuais 0,8% da matriz energética para 32% até 2040 a previsão de ampliação da capacidade de energia solar no Brasil deve superar 115% somente esse ano, segundo associação do setor.

O impulso à fonte, que apesar de um enorme potencial representa 0,8% na capacidade da matriz energética no país, deve vir tanto da construção de grandes parques fotovoltaicos quanto de instalações residências e comerciais.

A energia fotovoltaica é a que melhor se adapta, pela facilidade de instalação em áreas que recebem irradiação solar. A capacidade instalada em energia solar em todo Brasil deve fechar o ano, perto de 2,5 gigawatts, um salto de cerca de 115% ante a marca de 1,15 gigawatt no final de 2017, conforme divulgado pela Associação do setor (Absolar).

Com todo o potencial de irradiação solar proporcionada no país ainda representa apenas 0,8% na capacidade de produção com uso dessa tecnologia, hoje dominada por hidrelétricas e com crescente participação de térmicas e eólicas, o impulso deve vir tanto da construção de grandes parques fotovoltaicos quanto de instalações em telhados de residências e comércios.

Esses sistemas de pequeno porte, conhecidos como geração distribuída, inclusive, devem crescer em ritmo um pouco mais acelerado que a capacidade das grandes usinas, segundo a Absolar, que vê o país fechar o ano com 410 megawatts em energia solar distribuída, alta de 124% comparado a 2017.

Em paralelo grandes usinas solares devem somar 2,06 gigawatts até o fim desse ano, um crescimento de 114%, afirma a associação, que apresentou suas previsões atualizadas em uma conferência do setor em São Paulo.

Os principais fatores que têm puxado o acelerado crescimento das pequenas instalações de energia solar em residências, comércios e indústrias são a disparada das tarifas de energia nos últimos anos e a significativa queda nos preços dos equipamentos de geração, a maior parte importada da China.

O custo no Brasil de um sistema de até 5 kilowatts pico caiu quase 30% entre 2013 e 2017, de acordo com levantamento do Instituto Ideal, da Universidade Federal de Santa Catarina.

O potencial de crescimento da geração solar no Brasil tem atraído grandes fornecedores internacionais do segmento. A chinesa BYD e a canadense Canadian Solar abriram fábricas locais, enquanto fabricantes como as chinesas Trina Solar, JA Solar, Yingli Solar e outras abriram escritórios no país para importar equipamentos.

Um plano de longo prazo da EPE para o setor de energia a ser divulgado no próximo mês, o chamado Plano Decenal, apontará para uma perspectiva de que as usinas solares de grande porte alcancem quase 5% do parque gerador do país em 2027.

O crescimento poderia ser ainda maior, dado o potencial, mas será limitado pelo desempenho da economia brasileira, que tem puxado para baixo expectativas de demanda por eletricidade.

Várias razões explicam a guinada para a energia fotovoltaica. Uma são os sucessivos reajustes na tarifa de energia, que têm pesado no bolso dos consumidores, especialmente os de grande porte.

Outra é o barateamento da tecnologia. Segundo projeção da Bloomberg, os custos de geração solar fotovoltaica devem cair mais 66% até 2040.

O terceiro motivo é a publicação pela Aneel (Agencia Nacional de Energia Elétrica) a Resolução 482/2012, que viabilizou a chamada geração distribuída, que permite ao consumidor, seja comercial ou residencial, produzir energia e gerar créditos na conta de luz.

O procedimento de gerar a própria energia elétrica (Autogeração), consumir o necessário e enviar o excedente para a rede pública, chama-se Geração Distribuída, estabelecido pela *REN nº 482/2012, da ANEEL, que por sua vez determina o Sistema de Compensação de Energia Elétrica, onde o total de energia enviada para a rede pública e não consumida durante o mês, é contabilizado como créditos em carga elétrica que serão imediatamente debitados nas próximas contas, caso a Autogeração não supra a demanda mensal total. A validade dos créditos é de 60 meses.

Desde que a geração distribuída foi regulamentada, o valor do investimento inicial já caiu 20%, e hoje está na faixa de R$15 mil para uma residência.

Uma família que paga uma conta de luz mensal de R$ 200,00 teria o retorno do investimento em cerca de cinco anos. A maior quantidade de sistemas vem sendo instalada por consumidores residências (76,7%), seguida por comercio e serviços (16,3%).

Banco do Brasil vai economizar R$ 82 milhões com usina solar

A EDP vai construir, na cidade de Januária, norte do estado de Minas Gerais, uma usina solar de 5 megawatts-pico (MWp) para o Banco do Brasil. Isso é o suficiente para gerar 11 GWh/ano, o que corresponde ao abastecimento de 4,5 mil residências com consumo médio de 2.400 kWh/ano. A iniciativa permitirá ao banco poupar cerca de R$ 82 milhões em um período de 15 anos. A entrega da usina está prevista para o segundo semestre de 2019.

Localizado em uma área de aproximadamente 150 mil metros quadrados, o empreendimento contará com mais de 15 mil painéis fotovoltaicos e fornecerá energia 100% renovável para 58 agências do Banco do Brasil no estado mineiro. Levando em consideração o consumo anual proveniente de energia limpa, será possível evitar a emissão de mais de 1 mil toneladas de CO2, o equivalente ao plantio de mais de 7 mil árvores. Além da grande relevância ambiental, a usina proporcionará uma economia de 58% na conta de energia dessas unidades.

Nos próximos anos, a expectativa do Banco do Brasil é de construir outras duas usinas em Minas Gerais, além da expansão do modelo para os estados de Goiás, Distrito Federal, Pará, Maranhão e Bahia.

Para o diretor de Suprimentos, Infraestrutura e Patrimônio do BB, Nilson Martiniano Moreira, a usina solar do BB irá reduzir o impacto ambiental das atividades do banco e contribuir para a cultura do uso responsável de recursos naturais: “Projetos como esse reafirmam o compromisso do banco na adoção de ações que envolvem todos os aspectos da sustentabilidade e de critérios socioambientais em seus processos, práticas e negócios”.

 

Mercado de energia solar

Segundo estudo da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), Minas Gerais é o estado com a maior infraestrutura de geração de energia solar distribuída (22,9% do total). A pesquisa mostra que os consumidores dos setores de comércio e serviços lideram o uso da energia solar fotovoltaica com 44% do total, seguidos pelos consumidores residenciais (38%) e industriais (8,4%).

Ainda de acordo com a associação, a capacidade instalada nacional em energia solar – centralizada e distribuída – deve alcançar a marca de 2,5 GW em 2018, um aumento de 115% quando comparada aos 1,15 GW do fim de 2017.

No primeiro semestre, a EDP também assinou com o Banco do Brasil o maior projeto de comercialização de energia do país na modalidade varejista. A parceria vai atender 24 unidades consumidoras da instituição, entre elas dois edifícios estratégicos em Brasília, centros de processamento e os maiores prédios corporativos do grupo em todas as regiões brasileiras. Com a migração para o Ambiente de Contratação Livre (ACL), o Banco do Brasil poupará cerca de R$ 50 milhões em um período de cinco anos, o equivalente a mais de 30% de economia na conta de energia dessas unidades.

 

Referência: http://paginasustentavel.com.br/Noticias/Not%C3%ADcia/Banco_do_Brasil_vai_economizar_R%24_82_milh%C3%B5es_com_usina_solar

Energia no foco da digitalização

A busca por eficiência energética deve nortear os projetos de transformação digital na indústria brasileira. Essa é a visão da Siemens, que também considera as mudanças no segmento de energia como uma grande oportunidade no país.

Nesta semana, André Clark, CEO da Siemens no Brasil, falou sobre o assunto durante uma palestra na Reunião-Almoço da Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha no Rio Grande do Sul.

“Os primeiros passos para a digitalização devem ser dados na gestão da eficiência energética. Hoje, 90% das minhas conversas sobre digitalização com clientes começam com foco nesse tema e na digitalização dos processos para reduzir o consumo de energia, que no Brasil tem preço particularmente alto”, destaca Clark.

Para ele, o processo de transformação digital faz parte do movimento de transição energética pela qual o Brasil passa. “O Brasil está a caminho de se tornar uma potência energética. Em poucos anos, o país se tornará o 5° maior produtor de petróleo do planeta e um grande exportador de petróleo de altíssima qualidade”, relata.

Assim, a transição energética ainda envolve descarbonização e descentralização, como em outros lugares do mundo. “No entanto, diferentemente da Europa, da China e dos Estados Unidos, a transição brasileira não é sobre a fuga do carvão, mas sim sobre como utilizar a grande variedade de fontes que o país possui, como agroenergia, gás, solar, eólica e hidráulica”.

A Siemens enxerga esse movimento como uma oportunidade de crescimento para a indústria. Para Clark, uma baixa taxa de juros e um ambiente relativamente atraente para investimentos em energia fará com que alguns investidores se movam para a área de geração distribuída.

“No centro da revolução energética está uma característica chamada de “prosumer”, em que consumidores começam a virar também produtores. O movimento no Brasil envolve essa tendência e a criação de plataformas digitais de comercialização de energia”, acrescenta.

Como tendências que devem ser avaliadas como oportunidades nesse segmento, a Siemens ainda coloca mobilidade elétrica (tanto coletiva como individual), tecnologias power-to-gas, motores a gás, refrigeração e consumo digital de energia.

Cresce a geração solar no Brasil e setor se movimenta para tratar da reciclagem de equipamentos

O setor brasileiro de energia solar fotovoltaica tem conquistado alguns importantes avanços, mas ainda espera condições mais favoráveis para um desenvolvimento pleno. Recentemente, o Brasil atingiu a nova marca de 350 megawatts (MW) de potência instalada em sistemas de microgeração e minigeração distribuída solar. Apesar de considerar um feito importante, o CEO da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), Rodrigo Sauaia, enxerga potencial para um crescimento ainda maior. “Nosso país tem pouco menos de 40 mil sistemas de pequeno porte. Enquanto isso, existem países que já passaram a barreira de 1 milhão e outros estão chegando a marca de 2 milhões”, afirmou. Ele também cita que o Brasil está começando a fabricar equipamentos fotovoltaicos, mas que as empresas precisam de maior incentivo. “Ainda existe uma carga tributária elevada e injusta sobre os insumos produtivos”, revela. Sauaia também falou sobre como o setor vai tratar a questão ambiental e a sustentabilidade. “O setor tem um programa internacional de reciclagem, que demonstra que é possível reciclar 96% dos componentes de um equipamento fotovoltaico”, respondeu ao ser questionado sobre o destino dos módulos após o fim da vida útil.

O que tem ajudado no crescimento da solar no Brasil?

São alguns os fatores principais que permitiram o Brasil atingir esta marca de 350 MW. O primeiro deles está relacionado ao preço da energia solar fotovoltaica. Na última década, a tecnologia se tornou 80% mais barata. Isso é um grande ganho de competitividade, o que fez que a fonte se tornasse mais acessível para a população, empresas e governos.

O segundo fator importante foi o aumento da tarifa de energia elétrica, que tem aumentado significativamente e pesado no bolso da população, a taxas bastantes superiores a inflação. Para se ter ideia, no ano passado, a inflação média foi de 2,95% ao ano, enquanto a energia elétrica aumentou 10% no ano. Em 2018, os especialistas projetam que o reajuste da energia elétrica vai ser entre 10% e 15%, em média. Em alguns estados, esse reajuste é ainda maior. Minas Gerais teve um acréscimo de 25% de reajuste neste ano. Tudo isso pressiona os consumidores a buscarem alternativas e formas de economizar. 

Qual o papel dos consumidores domésticos na expansão da solar? Eles tem liderado esse crescimento?

Se pelo número de unidades consumidoras quem tem liderado é o segmento que chamamos de residencial, por outro lado, quando olhamos para o volume de investimento e potência instalada, o primeiro lugar é das empresas de comércio e prestação de serviços, que representam quase 44% de todos os investimentos e potência instalada. Esses dois segmentos [comercial e residencial] juntos, assim como o de micro e pequenas indústrias, são aqueles que pagam a energia elétrica mais cara do Brasil. E, portanto, devem continuar liderando o uso da energia solar fotovoltaica.

O pequeno produtor rural também aparece nessa lista, mas ele tem algumas características um pouco diferentes. Normalmente, a energia no meio rural tem um valor mais baixo. Outros fatores, além do econômico, levam o produtor a se preocupar bastante com a geração da sua própria energia. Muitas vezes, para levar energia a uma região onde não há acesso de eletricidade, eles podem usar a solar fotovoltaica para maior estabilidade no suprimento de energia. 

Qual o tempo de vida útil dos sistemas fotovoltaicos?

A validade é indeterminada, na verdade. Não existe uma validade final do sistema. O que existe é uma garantia de performance dos equipamentos de 25 anos. Passado esse prazo, o sistema ainda vai gerar, aproximadamente, 80% da sua energia em relação ao primeiro ano de geração. O sistema não para de funcionar, ele continua operando, mas passa a gerar um pouco menos de energia. Isto é muito positivo e mostra que o sistema fotovoltaico é um bem durável de excelente vida útil, sem partes móveis, ausência de necessidade de graxa e com baixíssima manutenção. 

O crescimento da energia solar é importante para a matriz energética brasileira. Mas como funciona o descarte destes módulos?

O setor solar fotovoltaico já nasceu com a preocupação com a sustentabilidade, desde sua estruturação. Por conta disso, o setor é baseado em elementos químicos e matérias-primas abundantes. Não existe risco de faltar material. O silício, por exemplo, que é o principal componente ativo de um sistema fotovoltaico tradicional, é o segundo elemento mais abundante da crosta terrestre. Ele é um elemento inerte, não gera prejuízo ao meio ambiente. O nosso setor também trabalha com uma visão de que, ao final da vida útil do sistema, ele continua tendo um valor muito importante. O setor tem um programa internacional de reciclagem, que demonstra que é possível reciclar 96% dos componentes de um equipamento fotovoltaico. Além disso, existem empresas no setor que já estão trabalhando com o conceito de produção circular. Já temos dois dos principais fabricantes mundiais de equipamentos fotovoltaicos que já estão fazendo isso, trabalhando com essa visão. Ao final da vida útil deste equipamento, ele é recolhido e volta ao processo produtivo para, a partir de então, ser desenvolvido um novo equipamento. 

E quais os principais desafios que precisam ser superados para o desenvolvimento do mercado?

Nós comemoramos a marca dos 350 MW, é um dado importante. Mas, sendo bastante objetivo, o Brasil está atrasado no uso da energia solar fotovoltaica. Nosso país tem pouco menos de 40 mil sistemas de pequeno porte. Enquanto isso, existem países que já passaram a barreira de 1 milhão e outros estão chegando a marca de 2 milhões de sistemas fotovoltaicos operacionais. 

Para que possamos acelerar esse processo, a Absolar tem recomendado que o governo federal desenvolva uma meta de Estado, entre 1 milhão e 2 milhões de telhados fotovoltaicos operacionais, ao longo dos próximos quatro anos de governo. A boa notícia é que temos vistos diferentes candidatos sinalizando que o tema está começando a entrar em seus radares. O Brasil está começando a acordar para este assunto. 

Além disso, nós precisamos também de melhores condições de financiamento para a energia solar fotovoltaica, que ainda hoje tem poucas alternativas de crédito, especialmente para as pessoas físicas. Vimos que as residências já perderam sua liderança para comércio e serviços. Um dos fatores para isso é justamente porque as empresas conseguem acessar crédito em condições melhores do que as pessoas físicas. Isso acaba sendo um desincentivo para a pessoa física investir em energia solar. Isso precisa ser corrigido. 

E quanto à questão de impostos?

Existe uma carga tributária muito elevada sobre a energia solar fotovoltaica, tanto sobre os equipamentos quanto sobre a energia. Ainda existem impostos sobre a energia para sistemas de porte um pouco maior. A Absolar tem trabalhado para mobilizar tanto os governos estaduais quanto o governo federal para racionalizar a carta tributária sobre a energia fotovoltaica. 

O Brasil já está começando a fabricar equipamentos fotovoltaicos. Já são 30 fabricantes nacionais produzindo e gerando empregos na área industrial brasileira. Falta ainda um olhar do governo para que tenhamos mais competitividade na cadeia nacional. Ainda existe uma carga tributária elevada e injusta sobre os insumos produtivos (as matérias-primas). Então, o governo precisa corrigir esse desajuste, sob o risco de acabar desmotivando a produção de equipamentos no Brasil. Somos o único país da América do Sul que tem escala e condições de se tornar uma liderança regional na fabricação de equipamentos fotovoltaicos. (Petronotícias).